21 dezembro 2011

Grécia. - 3º B - Projeto Origens

Grécia.
Trabalho apresentado no dia 22 de novembro de 2011, pela turma da 3ª série B - do Ensino Médio – desenvolvida´para o Projeto Origens A pesquisa compartilhada como foco de ação - 2011  

01 dezembro 2011

Projeto Origens: Origens e autonomia

     Dizem que o Brasil é um país sem memória. Por consequência, nosso passado é esquecido, nossos heróis ostracisados e os fatos e acontecimentos banidos da lembrança popular. Por conta da ausência de memória, se ausenta também o apego e a valorização à trajetória humana de lutas para o alcance de conquistas. Sem memória ativa, não avançamos nas conquistas porque ainda caminhamos ou caminharemos os mesmos passos equivocados de outrora. Como bem disse Ernesto Che  Guevara: “Um povo que não conhece a sua história está condenado a repetí-la”.
       Em sintonia com o necessário, a EE Profa. Carolina Cintra da Silveira, com todos que a compõe, celebra o Projeto Origens – A Pesquisa compartilhada como Foco de Ação, e celebrando esse projeto, celebra a história.
       Idealizado pelo Prof. Gilson Costa da Silva, e contando com o engajamento de todo corpo escolar com vistas a alcançar a origem das coisas e, em última instância, fatos históricos,  reativando a memória dos envolvidos na ambiência escolar, a saber: alunos e pais de alunos, professores, gestores administrativos e todos aqueles que presenciarão a apresentação do projeto, nossa escola busca viver uma educação dinâmica e saudável.
       Uma escola sadia é uma escola relevante. Um projeto pedagogicamente interessante, é um projeto que apresenta pertinência, não só para a vida do aluno, mas também, para comunidade em que a escola está inserida. Como brasileiros, participantes da aldeia global, cremos que o mundo, com seus fatos históricos, é assunto da mais profunda relevância, não só para a vida individual do aluno, como também para a comunidade em que, na era da globalização e Internet, estamos inseridos. Portanto, qualquer informação histórica é importante. Qualquer adição de fatos históricos, é uma aquisição de conhecimento pertinente. Qualquer subtração de ignorância histórica, constitui-se em diminuição de possíveis equivocos que poderíamos cometer. Em vista disso, é importante destacar a máxima de Francis Bacon: saber é poder.  Conhecendo a história temos a possibilidade de avançar sem cometer os mesmos equívocos dantes já cometidos. Com vistas a pertinência do encontro com fatos históricos, a importância do Projeto Origens se evidencia com muita clareza, e percebe-se como já conquistada riquezas culturais e intelectuais, por parte daqueles que dele participaram das mais diversas formas.
       O Projeto Origens não incita o aluno à apenas recuperar fatos históricos. Dando liberdade para buscar a origem daquilo que realmente deseja conhecer, sem intervenção docente, incita-o, estimula-o, na vivência de sua liberdade criativa e intelectual a conquistar a sua autonomia.
       Sendo os conhecimentos metódicos importantes para formação do aluno que, talvez, por não perceber sua importância não conta ainda com seu total interesse e adesão, o Projeto Origens, estimulando o aluno a vivenciar escolhas, preenche a lacuna pedagógica na busca da vivência e da aprendizagem autônoma. Se uma escola completa deve apresentar ao aluno conhecimentos e também, estimulá-lo a exercer autonomia, o Projeto Origens faz de nossa escola, se não ainda pedagogicamente completa, uma perseguidora da sadia orientação pedagógica.
       Com a implementação do Projeto Origens, a EE Carolina Cintra da Silveira  contribui com a comunidade em que está inserida, mostrando sua relevância social e cultural.
       Parabéns a todos que fizeram do Projeto Origens uma realidade. Ao idelizador Prof. Gilson, pela criatividade e seriedade, aos professores, pelo empenho, a equipe gestora pelo apoio e, principalmente, aos alunos pela doação, critividade e esforço.
       Com a concretização do Projeto Origens crescemos em cultura, sociabilidade e humanidade e marcamos nosso nome na história da EE Carolina Cintra da Silveira.

Prof. Lailson Castanha